segunda-feira, 3 de junho de 2013

Envoltórios e viajantes espirituais

Cada criatura movimenta-se ao sabor das aragens divinas cheias de vida e amor, respirando a essência sutil que lhe dá a subsistência vital.

Viver é respirar essa luz!



Se a criatura está encarnada ou desencarnada, qual é a diferença ?

Excluindo-se o corpo denso, a essência espiritual é a mesma.

Revestida de envoltórios densos ou sutis, o espírito provém da mesma essência eterna.

O perispírito, também conhecido como psicossoma, corpo astral, etc., também respira por intermédio de seus poros espirituais e chacras específicos.

Apenas não depende do oxigênio, elemento vital somente para a sua vestimenta corpórea.

Veículo quintessenciado, nutre-se vibracionalmente na luz sutil de forma automática.

Mesmo enredado na matéria densa, o corpo sutil está sintonizado nas aragens espirituais que lhe são peculiares e naturais.

Ele respira luz, mas não da mesma maneira que o corpo denso.

Sua natureza extrafísica lhe confere condições vibráteis de difícil descrição para o plano físico.

É dotado de um dinamismo incessante e seu padrão vibracional é leve.

Veículo preparado milenarmente para o trânsito do espírito pelas dimensões astrais durante a ascese evolutiva, o perispírito detém recursos energéticos apropriados para a sua tarefa de intermediário entre a mente superior e o corpo carnal.

Ele respira luz, mas para o observador externo, essa atividade é imperceptível.

No entanto seus centros de força pulsam na frequência extrafísica correspondente.

O corpo físico respira o ar para extrair a vida, o sopro vital.

O psicossoma respira o sopro vital vitral direto, sem limitações.

Por este motivo, determinadas práticas respiratórias são excelentes para o equilíbrio psicofísico, pois harmonizam as vibrações, tanto do veículo denso quanto do veículo sutil.

Uma das chaves da projeção consciente é a harmonização dessas vibrações, onde o corpo denso nutre-se de uma vitalidade calma enquanto o corpo sutil pulsa os seus chacras com leveza e aspira às aragens extrafísicas correspondentes.

O estudante espirirtual deve  atentar para esses detalhes em suas práticas energéticas, projetivas, meditativas ou mediúnicas.

Meditando nesses aspectos, talvez consiga perceber o imenso manancial de luz a seu dispor.

Talvez descubra o tesouro luminoso enterrado que andava procurando e que sempre esteve a seu alcance.

Espontaneidade.
É essencial saber harmonizar as próprias energias.

Durante uma prática espiritual, sentado ou deitado, tornar-se quieto, corpo e alma harmonizados na luz.

Os pensamentos voltados para o Alto, mas sem tensões.

Que seja espontâneo, natural e sem pressões mentais.

Pensar no psicossoma como um corpo de luz que respira por todos os poros e, gradativamente, nutre-se de leveza e contentamento.

Respirar a luz e agradecer pela vida.

Dançar com a vida, na Terra ou no astral, é viver.

A sabedoria está nisso !

¨Quem quer viajar na luz, nutre-se de luz¨.

O poder da Luz.
A Luz não tolera viajantes orgulhosos e maldosos.

Porém, ela esperará que eles se cansem de bater a cabeça nos muros de suas confusões.

Até lá, os Guardiões dos Portais Diamantinos continuarão repelindo suas investidas inglórias...

Fonte:
www.ippb.org.br



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