sexta-feira, 22 de abril de 2016

A Ciclovia da morte no Rio de Janeiro

Olá nobres amigos e iluminados leitores do Blog do Gilson Eletricista.

Quero deixar minhas condolescências aos parentes e familiares das 2 vítimas fatais, no desabamento do trecho da ciclovia da zona sul do Rio de Janeiro, ontem (21/04/2016).



Este assunto está na mídia mundial e todos estão preocupados com a qualidade e a segurança das obras em Estádios e Campos de futebol, as quais foram executadas à toque de caixa, para cumprir metas e prazos estabelecidos pelas organizações internacionais.




Quando fui estudante de Engenharia Elétrica, cursei as cadeiras de Mecânica e Resistência dos Materiais.

Nestas cadeiras, efetuávamos complexos cálculos matemáticos para determinarmos, por exemplo, a seção de um vergalhão de aço.

Este valor encontrado seria o mínimo admíssivel.

Porém, por segurança, multiplicávamos este valor mínimo encontrado, por 4 ou 5 vezes, como medida de segurança.

Só de ver as imagens da fixação com parafusos da estrutura de proteção ou alambrado, na borda da ciclovia, dá para prever que a durabilidade será bem pouca.

Será que os projetistas pensaram na possibilidade da ocorrência de um desastre entre carros na pista ao lado e estes veículos serem lançados na ciclovia ?

A erosão causada pela água do mar, destruirá e corroerá os parafusos de sustentação do alambrado de proteção ?

Se trezentos ciclistas passarem em alta velocidade, nestes trechos, a ciclovia suportará esta carga extra ?

Se um parapente ou asa delta cair em cima desta ciclovia, o impacto causará o desmoronamento ?

Dica:
A Marinha do Brasil, deveria alertar e recomendar o uso de coletes salva-vidas, neste trecho da ciclovia.



Em caso de ressacas, a prova deverá ser suspensa pelos organizadores.

Uma vistoria semanal deverá localizar a integridade da ciclovia, assim com a existência de trincas nos pisos.



Autor do texto e das fotos: Gilson Carlos Pessanha              MyFreeCopyright.com Registered & Protected


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